O que faço pelo Ambiente, faço-o por todos!
- Certamente imaginam, porque acredito que todos nós já fomos incomodados com a presença de lixo nas nossas praias e campos. O que faço? Eu recolho o lixo dos outros e deposito no caixote de recolha!
- Procuro poupar água: Não tomo Banhos de Imersão, fecho a torneira enquanto escovo os dentes
- Reciclo: papel, plástico, pilhas, vidro
- Reutilizo folhas de papel
- Utilizo baterias recarregáveis e não pilhas
- Utilizo tomadas múltiplas com interruptor (on-off) e desligo os Equipamentos de Áudio-Vídeo, TV, PC’s, Impressoras, etc.. sempre que não são utilizados
- Prefiro andar a pé nas curtas deslocações
- Evito comprar fruta importada, principalmente se vier do hemisfério SUL
- Procuro sensibilizar quem me está próximo para as necessidades de preservarmos o nosso ambiente
A Terra é um milagre, vamos cuidar dela!
Recomendo que assistem ao vídeo “HOME” no Youtube, certamente não ficarão indiferentes
sábado, 7 de Novembro de 2009
Rui de Almeida
segunda-feira, 2 de Novembro de 2009
Helena Rua
O que eu faço pelo ambiente:
- Reciclo (papel, plástico, pilhas, vidro, medicamentos fora de prazo)
- Planto árvores no meu terraço em vaso e quando ficam enormes transporto-as para terrenos de alguém que as queira)
- Envaso plantas em risco de extinção e dou alguns pés a quem queira preservá-las
- 10 m no banho
- Apago as luzes sempre que me ausento da divisão
- Uso lâmpadas de baixo consumo em todas as divisões da casa.
- Utilizo mais vezes o micro-ondas que o forno
- Ligo o aquecimento da casa em última instância
- Utilizo de preferência papéis e sacos reciclados
- Vou ao supermercado com o mesmo saco até este se romper e de preferência de pano ou tecido reciclável
- Guardo folhas de papel que foram escritas de um dos lados e utilizo-as, e toda a família, para rascunhos ou recados.
- As fichas de ligação para carregamentos dos telemóveis, PC, são desligadas
- Uso maioritariamente lavagens económicas
- Prefiro o sol e o ar à máquina de secar.
- Os botões dos televisores, dos computadores e das máquinas são desligados após visionamentos e lavagens.
- O terraço é primeiramente varrido e depois passado com um pouco de água só para refrescar.
- Uso temporizadores nas máquinas
- Tenho contadores de vazio/cheio
- Na lavagem à mão de tecidos delicados uso preferencialmente sabão.
- Sou incapaz de atirar um papel para o chão e chamo a atenção de quem o faz.
- E outras pequenas coisa do dia-a-dia, como por ex: guardar tampinhas de plástico para entregar nos locais de recolha para ajudar na compra de cadeiras de rodas, apesar de utilizar preferencialmente o vidro, etc.
terça-feira, 15 de Setembro de 2009
Nuno Teixeira
Eu utilizo uma tecnologia que polui menos o ambiente quando ando de carro, já que não o posso deixar de o fazer. Também consumo menos água. Podem ver mais detalhes em http://ambinveste.blogspot.com. Aconselho todos a verem um filme que está no youtube que se chama "Home". Obrigado por estarem todos a ajudar.
sábado, 5 de Setembro de 2009
Tânia Mesquita M.
Fico extremamente irritada quando, principalmente ao fim de semana, dou conta de uma fila enorme de carros que aguarda pela lavagem automática. O mais preocupante é que, nessa fila, não costumo ver casos problemáticos de sujidade, daquela que já nem a cor do carro se consegue identificar. Acontece que, muitos desses condutores e muitas dessas condutoras, acham que uma ligeira superfície esbranquiçada e alguns dejectos de aves sobre o carro é motivo mais que suficiente para gastar litros e litros de água e poluir o ambiente mais um bocadinho com produtos maléficos de limpeza. As razões para tal facto acredito serem várias, também já lá vai o tempo em que passava pelas brasas à espera de meter o carro no chuveiro, mas podem ir desde os motivos mais festivos como casamentos e baptizados (onde é que já se viu a noiva, o noivo e os convidados sairem de um carro completamente peganhento?!) até aos mais banais, como o carro novo, uma viagem, um encontro especial ou simplesmente, porque apetece. Sou condutora e até gosto bastante do carro que tenho, mas para mim, a lavagem automática é coisa do passado. Aprendi a sair de casa assegurando-me que tenho água no depósito do pára-brisas, e isso, para mim, é suficiente.
sexta-feira, 4 de Setembro de 2009
Ana Cristina Monteiro
Gostava que as pessoas que participam do blog conhecessem este projecto e fossem convidadas a participar.
http://limparportugal.ning.com
quinta-feira, 3 de Setembro de 2009
Filipa Carneiro - Vila das Aves
Uma ideia que é importante difundir é a de que 1 gota de óleo alimentar usado polui muitos litros de água. Assim, sempre que se usar óleos alimentares, no final do seu uso estes devem ser guardados em reservatórios, que podem ser simples garrafões de água vazios. Depois de cheio, o reservatório pode ser entregue num restaurante (pois actualmente a maioria já faz separação deste tipo de lixo e tem recolha selectiva).
quarta-feira, 2 de Setembro de 2009
Julieta Lima
Tenho uma «bíblia» chamada «The man who planted trees» - a comovente história de um homem que vivia para plantar árvores.
1) Planto as sementes ou caroços daquilo que consumo;
2) Aproveito a água ao máximo;
3) Em vez de detergente, muitas vezes uso vinagre;
4) Digo 10 x p dia « Use, re-use and recycle »
Estou a tentar mudar aos sessenta anos e às vezes não é fácil.
j lima
quinta-feira, 27 de Agosto de 2009
Maria José Aragão
Bom dia,
A melhor forma que encontrei para contribuir para a sustentabilidade do planeta é ser vegana.
Por melhor que tentasse, nunca explicaria tão bem as razões desta minha opção como este vídeo as explica, vídeo esse que todos deveriam ver. Chama-se A life connected, tem legendas em português, tem a duração de 12 min e encontra-se disponível em: http://video.google.com/videoplay?docid=6149317978842675089
Cumprimentos
terça-feira, 2 de Junho de 2009
Miguel Albuquerque
Comecei aos 14 anos a tomar consciência dos problemas ambientais no nosso Planeta. Comecei por fazer todas aquelas tarefas básicas que toda a gente, actualmente, em todo o mundo deveria fazer. Refiro-me à separação de resíduos, poupança nos consumos energéticos, redução no consumo, leituras sobre os problemas ambientais, diminuição no consumo de carne.
No entanto, tudo isto acaba por não ser suficiente, apesar de ser muito importante. Por isso, cheguei à conclusão que é necessário intervir.
Actualmente tenho 19 anos. Estou a criar uma associação de defesa do ambiente e de conservação da Natureza. Preciso de formar uma equipa que fosse o núcleo forte desta nova Associação.
O nome da Associação é AVE - Associação Verde Esperança.
Para mais informações sobre esta nova Associação de Defesa do Ambiente consultem o blogue: http://a-verde-esperanca.blogspot.com/.
Todos os leitores desta página, preferencialmente, residentes no concelho de Lisboa, que estiverem interessados e empenhados em fazer parte da Associação, escrevam para mim, usando o correio electrónico. Deixo aqui o meu e-mail: miguel _ de _ albuquerque@hotmail.com
Deixo os meus melhores cumprimentos a todos os leitores desta página.
sexta-feira, 22 de Maio de 2009
Melissa Reis
Em minha casa tudo é reciclado e compostado todos os dias. Como tenho galinhas parte dos restos vegetais da cozinha servem de suplemento vegetal fresco para as galinhas, a outra parte vai para um tambor de compostagem de matéria orgânica onde tenho milhares de minhocas que transformao tudo em fertilizante orgânico sólido e liquido o chamado cha de minhoca que misturado em porporcoes iguais de agua servem para a minha horta e plantas do jardim.
Tenho por hábito ou vicio apanhar sementes de carvalhos que depois planto em vazos de plástico pequenos e todos os anos e depois das sementes de carvalho germinarem vou plantar nas florestas. Faço isto como um hobi e desporto. Vou investir num sistema solar na minha casa em breve para me aquecer a agua do banho.
A filosofia ambientalista tem como contrapartida a defesa do ambiente, a saude pessoal e da comunidade e a poupanca na carteira tambem ... Aconselho as pessoas interessadas a consultarem e aprenderem os metodos da permacultura ... desculpem-me o meu portugues .
quinta-feira, 21 de Maio de 2009
César Marques
Muitas pessoas acham piada e até se sentem ecológicas, mas o que realmente podemos fazer pelo nosso planeta? Tanta coisa!
O que eu faço e ensino aos meus filhos (e sempre que posso até aos filhos dos outros!):
1. Água
Poupo água. Não há torneiras abertas enquanto escovo os dentes, ensaboo as mãos, durante todo o duche, etc, etc. No autoclismo, só descarrego a água necessária.
Não ponho a roupa para lavar se não estiver suja. Não, não ando a cheirar mal.
Até a água que o desumificador acumula aproveito para o ferro de engomar! :)
2. Energia eléctrica
Poupo energia eléctrica. Tenho contador bi-horário e utilizo mais energia no horário "vazio" - o que se traduz numa utilização mais útil para a rede eléctrica dado que a produção durante a noite é superior ao consumo e a rede não têm propriamente baterias para acumular energia - programação do arranque das máquinas o inicio ou fim da noite conforme o que der mais jeito.
Não deixo transformadores ligados nas tomadas nem aparelhos em Stand by (embora alguns não dêem alternativa).
Tenho lâmpadas económicas. Não fornecem um tipo de luz semelhante, nem são 5x mais económicas e mais duradouras como se faz crer, mas que poupam muita energia, isso poupam. Apenas tenho lâmpadas normais em alguns pontos de luz mais específicos e com pouca utilização.
Aproveito ao máximo a luz natural, que é insubstituível! Faz-me uma confusão ver casas habitadas com janelas fechadas!!
Fora de casa apago todas as luzes e aparelhos que ficaram esquecidas (casas de banho, copas no meu local de trabalho e televisões na casa dos meus pais, por exemplo).
3. Reciclagem, Reutilização e Redução (três R's)
Para além de reciclar 100% do material que é reciclável, sempre que possível reutilizo (sacos de plástico e papel, caixas, etc) e tento sempre reduzir o consumo de embalagens, papel, vidro, etc (evito embalagens pequenas, prefiro produtos não embalados). Em média, 30% do custo de um produto é para embalagem.
Evito ao máximo produtos descartáveis.
Imprimo quase sempre em ambas as faces do papel e só imprimo mesmo quando é necessário.
Utilizo pilhas recarregáveis.
Tudo o que tenho para deitar fora e ainda está em estado razoável (roupa, calçado, brinquedos, etc, etc) entrego a alguém (ou a uma instituição) que sei que precisa. Muita coisa até vai para Cabo Verde!!!
4. Lixo
Ora aqui está um tema onde a nossa sociedade está muito atrasada. Lixo é lixo. Deita-se fora para qualquer lado e por milagre vai parar a um sítio especial que nunca mais no afecta.
Eu não deito nada para o chão, seja o que for! Guardo até encontrar um contentor adequado. Se tenho publicidade no vidro do carro, guardo e em casa reciclo.
Evito ao máximo lixo na sanita (papel higiénico, etc) pois implicará um tratamento de águas residuais mais complexo, para não falar daqueles colectores de esgotos que vão directamente para o mar/rio.
Apanho o cocó da minha cadela com um saco. Se houver cocós de outro cães (com donos mais animais que eles próprios) no mesmo local, com o mesmo saco apanho-os também. Pode parecer nojento mas garanto que faço-o com uma perícia tal que nunca sujei um dedo sequer. Evitar sacos com buracos! :)
5. Automóvel
Já fui um acelera. Muito acelera.
Hoje ando menos rápido. A grande diferença está na economia. Faço uma espécie de fast-ecodriving. Poupo combustível (até 10%), poupo pneus, poupo travões, poupo o motor, poupo óleos, poupo o ambiente com menos emissões, enfim...
Só utilizo o AC quando é mesmo necessário e nunca ando com suporte de bicicletas quando não preciso dele.
Nunca, mas nunca deixo o carro ligado à espera que algo aconteça, tipo à espera de alguém, etc.
Não aqueço o carro antes de arrancar nem dou uma aceleradela antes de o desligar. Isso era preciso nos automóveis antigos!
Não menos importante, não troco de carro com frequência. Tem o que eu preciso? Tem! então há que fazê-lo render!
6. Geral
- Se é razoável ir a pé, não vou de carro.
- Se tenho que ir a determinado lugar de carro, tento conciliar com outra deslocação para o mesmo local.
- Quando compro algo, tenho em conta a ecologia, ou seja, consumos, custo por unidade (poupar dinheiro é ser ecológico!), tamanho e tipo de embalagens, duração do produto, etc, etc.
- Só compro o que realmente preciso ou tenho tempo de utilizar.
- Raramente deito comida fora, seja restos ou não. Quanto às datas de validade, não as respeito cegamente. Chego a comer iogurtes um mês depois da validade, quando sei que estiveram sempre no frigorífico.
- Faço pedagogia sobre o tema (veja-se este post, embora no meu blog o alcance seja reduzido).
Benefícios
Além do ambiente, existe outro factor que para muitos poderá ser a motivação principal, o factor económico. Veja-se por exemplo o tráfego automóvel, que com a subida de combustíveis, baixou cerca de 6% em Portugal.
No fundo todos ganhamos!
Há tantas outras coisas que podem ser feitas no dia a dia. Basta pensar!
Outra coisa que eu acho engraçada é a questão social. Hoje é poupar é ser ecológico, antes poupar era ser forreta. Como sempre fui assim, volta e meia ouvia a boca de ser forreta! :)
Para mim, gastar dinheiro à toa é ser não-ecológico, pois tudo o que se consome tem um custo ecológico e bem maior e mais duradouro do que se pensa!
http://omeusportblog.blogspot.com/2009/01/ser-ecolgico.html
terça-feira, 21 de Abril de 2009
Manuela Araújo (Vila Nova de Famalicão)
Aqui vão algumas das coisas que faço pelo ambiente. Não estão todas, e nem sempre as cumpro como devia; mas mesmo que estivessem todas, tenho a certeza que ainda são muito insuficientes, e tenho a consciência de que preciso de melhorar, e muito.
1 – Tento divulgar directamente pelas pessoas que conheço uma cultura de respeito pelo ambiente, redução de consumos de água, de energia e de outros recursos.
2 – Tento divulgar estes e outros factores de sustentabilidade através de um blogue que iniciei há cerca de 1 mês – Sustentabilidade Não É Palavra, É Acção (http://sustentabilidadenaoepalavraeaccao.blogspot.com/)
3 – Há muitos anos que separo os resíduos domésticos, que uso o verso das folhas como rascunho, e imprimo só quando preciso.
4 – Tenho evitado instalar ar condicionado no apartamento onde moro, apesar de no Verão o mesmo ser bastante quente.
5 – Tento gastar o mínimo de água, evitando tomar banhos de imersão ou de chuveiro demorados, fechando a torneira quando lavo os dentes, colocando as máquinas a lavar quando estão cheias.
6 – Tento gastar menos energia, ligando o aquecimento em casa só quando está mesmo frio, tapando as panelas ao cozinhar, desligando completamente os electrodomésticos e as luzes quando não são precisos.
7 – Não troco o meu automóvel, utilitário, há mais de 12 anos. Acho que o benefício que haveria por comprar um carro menos poluente, por exemplo, um híbrido, não compensaria os materiais e recursos desperdiçados em mais um carro.
8 – Quase sempre que posso, vou a pé ou uso transportes colectivos. Até gosto de andar de comboio.
9 – Reutilizo sacos para ir ao supermercado.
10 - Evito comprar roupa, acessórios e coisas só porque é moda, e não porque preciso.
11 – Evito fast-food (difícil, com filhos adolescentes) e evito comprar comida congelada.
12 – Reduzi o consumo de carne, especialmente de vaca.
13 – Tento comprar produtos de origem portuguesa, desde que não prejudiquem muito o orçamento, claro (pensar global, agir local)
14 – Chateio toda a gente que posso para ver o vídeo “ A história das coisas”, que acho fenomenal, e “Uma verdade inconveniente”, necessário.
15 – Criei e continuo criando os meus três filhos com estes valores de respeito pelo planeta e pelos outros.
Esta é para o futuro: na próxima assembleia de condóminos do prédio onde moro, que é na próxima semana, tenciono abordar os presentes e o administrador no sentido de propor um estudo para o uso de energias renováveis no prédio, e de melhor climatização no Verão através de estores exteriores.
segunda-feira, 6 de Abril de 2009
Zaíra Caldeira
1- Reciclo todo o papel, plástico, vidro, pilhas, metais e algumas embalagens
2- Reuso e reciclo os sacos de plástico.
3-Tenho em casa lâmpadas de consumo reduzido e evito deixar aparelhos eléctricos em standby para poupar energia. Tenho o frigorífico, classe A, em poupança de energia na temperatura de menos consumo
4-Tenho um esquentador inteligente, na posição que dá a temperatura suficiente, mas não no máximo, para evitar consumo excessivo de gás
5-Tenho um redutor de caudal no chuveiro, encho as máquinas de roupa completamente, lavo a loiça na cuba em vez de ser à torneira, reduzo gasto autoclismo para poupar água
6-Tenho um carro ecológico que tem emissões de CO2 dentro das especificações e consome pouco.
7 - Respeito a natureza(jardins, etc) e as espécies em extinção (plantas e animais).
8- Não deixo lixo no ambiente. Trago para casa o lixo que produzo ou deito nos contentores próprios. Recolho os sacos de plástico da praia para evitar que animais marinhos morram asfixiados
9 – Recuso-me a participar no dia mundial sem carros enquanto a Carris tiver autocarros muito poluentes!
10- Ando de metro sempre que possível com o bilhete Lisboa viva, recarregável
11-Estou a fazer os possíveis por reduzir o lixo, não deixando estragar comida…
O QUE NÃO FAÇO E DEVERIA FAZER:
Desligar a água do banho enquanto me ensaboo.
Levar um saco de pano ao supermercado. Vou passar a usar um grande, oferta do Pingo Doce, que já é mais prático.
Fazer compostagem de lixo
Reciclar óleos
sexta-feira, 20 de Março de 2009
Isaac Caetano
O que faço pelo Ambiente?
Tudo o que posso. Reciclagem. Reaproveitamento. E não consumo. Quase não compro nada. Recupero coisas que outras pessoas deitam fora.
Aproveito móveis antigos. Todos os itens já referenciados por outras pessoas que já acordaram para a realidade. Só que chego à conclusão que não chega. E a razão é simples. Equilíbrio. O que "nós" estamos a fazer não é para reparar o planeta. É o que se deve fazer! Mas então, todas as outras pessoas que continuam a desequilibrar? Que fazer com todas as outras pessoas que verdadeiramente não me entendem quando falo com elas de equilíbrio ambiental? Eu moro perto dum pinhal e tenho de o limpar praticamente todos os dias, porque durante a noite estão sempre a depositar lixos e entulhos às escondidas. Inclusive, sacos cheios de pilhas e embalagens com óleos de motor já tive de limpar! Que fazer então, quanto a isto? Sinceramente, não vejo como possamos ajudar este planeta, não o defendendo destas pessoas que não o querem, e vêem o planeta como um sítio onde pôr o lixo! Defendo que todos nós temos de actuar activamente sobre estas pessoas.
segunda-feira, 2 de Março de 2009
Miguel Serraninho
Olá a todos os que lêem este artigo de blogue. O meu nome é Miguel Serraninho. Tenho 18 anos de idade. A protecção e defesa dos valores ambientais tem-se tornado para mim nos últimos 3 anos algo imprescindível. Desejo contribuir para a luta face às alterações climáticas, face à destruição de ecossistemas. Vou lutar para proteger o Planeta que também me pertence como a todos os seres vivos que o habitam. É urgente esta luta. Todos os dias. Todos os momentos. Vamos vencer. Os que estamos deste lado. A todos os protectores da natureza e do ambiente um muito obrigado. Continuem sempre assim até a fim. Vamos vencer. O planeta vai vencer. A Mãe Natureza é sempre a mais forte. Desejo tornar-me ambientalista. Já o sou convictamente interiormente. Mas quero fazer sempre mais e mais. Lutar. Trabalhar. Vencer. O que faço no meu dia-a-dia para tentar minorar todo o caos ambiental? Passo a enumerar:
1. Separo todo o tipo de resíduos: papel/cartão, plásticos/metal, vidro, pilhas (muito poucas, uso quase sempre pilhas recarregáveis), rolhas de cortiça, lâmpadas, equipamento eléctrico e electrónico; óleos alimentares usados; pneus.
2. Substituí quase todas as lâmpadas incandescentes por lâmpadas economizadoras.
3. Aproveito o verso das folhas mal impressas para escrever.
4. Tento alimentar-me à base de uma dieta vegetariana, apesar de não ser totalmente vegetariano.
5. Uso os transportes públicos e a bicicleta.
6. Nas compras de supermercado levo os meus próprios sacos reutilizáveis sempre. A partir de hoje farei isto em todas as lojas.
7. Tenho plantado algumas árvores. Penso passar a fazer plantação de árvores com mais frequência.
8. Quando escovo os dentes ou faço a barba, fecho a torneira sempre.
9. Tento sempre raproveitar e reutilizar todo o tipo de objectos ou materiais.
10. Não faço compras desnecessárias.
Talvez faça mais alguma coisa, mas isto é o essencial. Claro que não é decisivo mas se todas as pessoas em todo o mundo fizessem pelo menos estas pequenas coisas, o Planeta agradeceria muitíssimo.
Agora vou referir uma sérias de acções pelas quais vou lutar ao longo da minha vida:
1. Defendo que em todas as lojas seja obrigatório aplicar um preço simbólico aos sacos de plástico. Isto faria com que reduzisse substancialmente o consumo de sacos de plástico que acabam por ser sempre em excesso.
2. Defendo uma exigente política de protecção à floresta, ao reordenamento da floresta e ao aproveitamento sustentável da floresta.
3. Defendo uma reflorestação massiva no nosso país.
4. Defendo a aplicação de pesados impostos a todos os veículos motorizados demasiado poluentes.
5. Defendo uma aposta exemplar no sistema de transportes públicos no nosso país.
6. Defendo a obrigatoriedade do uso de painéis solares e painéis fotovoltaicos a longo prazo em todas as casa e edifícios no nosso país.
7. Defendo uma forte componente de educação ambiental nas escolas portuguesas.
8. Defendo a proibição de caça no nosso país.
9. Defendo a implementação de um sistema de recolha de óleos alimentares usados em todo o país.
10. Defendo uma aposta satisfatória nos biocombustíveis.
11. Defendo uma maior colaboração entre universidades, escolas, empresas, instituição de modo que em conjunto realizem mais projectos de protecção ambiental.
12. Defendo a aplicação de pesadas multas a todos os poluidores do ambiente.
13. Defendo a criação de mais zonas protegidas no nosso território.
14. Defendo a construção de ciclovias em todas as cidades do país.
15. Defendo uma política a nível nacional de reutilização de manuais escolares.
16. Defendo uma redução significativa nos preços dos transportes públicos.
17. Defendo a criação de uma enorme indústria de biomassa em Portugal.
18. Defendo políticas ambientais exigentes em todo o país.
19. Defendo a criação de hortas comunitárias nas cidades.
20. Defendo a proibição de atirar qualquer tipo de resíduo para o solo.
Daniela Ambrósio
Olá a todos!
Fico contente por poder participar neste blog, pois esta é uma das questões que mais me preocupa no dia a dia.
O que eu faço no dia-a-dia pelas borboletas é:
· Uso lâmpadas de baixo consumo, separo o lixo, uso folhas dos dois lados, uso papel reciclado, compro alimentos biológicos o mais possível, compro cosméticos e produtos amigos do ambiente, ecos e bios, ando a pé e de transportes públicos, prefiro frutas legumes e vegetais à carne, leio o jornal on-line, imprimo o menos possível, compro roupa sem fibras sintéticas, rejeito o mais possível os plásticos!
Sei que há coisas que nem toda a gente pode fazer, mas pelo menos separar o lixo, é algo que não custa dinheiro e toda a gente pode fazer, por isso queria deixar aqui o meu apelo! E já agora, na última versão do Google Earth, é possível ver a evolução do gelo nos pólos de há uns anos para cá… é assustador!
Os melhores cumprimentos a todos
quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009
Marlene Nóia
Olá a todos
Vivo na ilha das Flores e actualmente não há ecopontos... não reciclo portanto (isto começa bem...)
O que eu faço por este Planeta aqui no meio do oceano é:
Aproveito todo o papel possível (folhas escritas por um lado são para a impressora, as "cintas" dos jornais e outros papelinhos assim são para fazer bloquinhos de notas que uso e ofereço a outras pessoas).
Não deito fora envelopes... muitas vezes podemos utilizar envelopes utilizados para guardar alguma coisa ou mesmo para entregar algum papel a alguém.
Com algumas folhas escritas pelos dois lados faço envelopes para guardar CDs de dados que gravo do computador.
Dedico-me ao artesanato urbano utilizando "lixos" para criar coisas novas com utilidade, estas coisas servem para mim e para fazer ofertas.
Para embrulhar as minhas ofertas utilizo sacos feitos por mim com jornais, revistas, sacos de café e muita imaginação.
Ando a pé dentro das localidades, é tudo pertinho.
No supermercado compro as embalagens maiores, procuro as frutas da época e de locais o mais próximo possível de mim e uso sacos de pano.
Separo o lixo que me é possível separar: tinteiros e embalagens de medicamentos e medicamentos fora de prazo, as pilhas já são recarregáveis.
Aos poucos vou mudando para lampadas de alto consumo em casa.
E finalmente evito os excessos e o desperdicio desta sociedade de consumo.
Quando houver ecopontos vou separar tudo como é obvio!
sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008
Daniel Silva, Londres
Olá a todos!
Fico contente por ter encontrado este blog...e pelo que vejo tenho muitos compatriotas amigos responsaveis pelo nosso ambiente e planeta!
Eu moro em Londres e uso o comboio diariamente para o local de trabalho no centro da cidade. Em casa reciclo tudo quanto possível e uso sacos de pano para as compras o que se tornou bastante comum nestes últimos tempos e até cool devido à variedade e estilos de sacos! Tenho uma horta que cultivo com o meu parceiro. Uma actividade bastante "in" mesmo com os urbanites mais jovens - é trendy! Portanto não uso pesticidas e não compro muitos legumes pois tenho o que cultivo na horta e se comprar tento comprar os não importados ou fora de estação!
Uso a água racionalmente em casa e no jardim, e aproveito as águas da chuva (tenho 2 contentores) sempre que possivel.
Em Portugal, temos uma casa de campo e uso lampadas económicas, uso a lareira e bbq para grelhar no verao e como os meus pais moram no campo tambem não compro muitos legumes...
É curioso que um grande numero das aldeias (em tras-os-montes) já tem pontos de recolha selectiva do lixo, portanto separar o lixo é já uma tarefa diária assim como desligar aparelhos em standby etc etc - e são já dados adquiridos em que não penso duas vezes.
O minha pegada de CO2 só peca pelas viagens que faço a Portugal de avião durante o ano...
Obrigado a todos!
Daniel
quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008
Paulo Andrade
Ando de bicicleta diariamente para ir para as aulas, pequenas compras e tarefas a realizar em proximidade. ;)
quinta-feira, 23 de Outubro de 2008
Ana Alves
Olá meus queridos ecosferas,
Gostaria de partilhar convosco o que faço pela minha casa: o Planeta Terra!
Reciclo o óleo (que posteriormente darei num dos restaurantes inscritos neste programa);
reciclo o papel em casa em dois momentos:
- escrevo nas costas e depois vai para o ecoponto.
reciclo TUDO! (menos comida e lixo indiferenciado)
fecho a torneira quando lavo as mãos, os dentes e no banho enquanto ponho shampoo ou gel de banho;
ando a pé e de comboio;
levo saco de pano às compras;
tento não comprar PLÁSTICOS (garrafas de água...brinquedos...tento encontrar alternativas);
reciclo a água do duche enquanto água aquece ( para regar plantas ou simplesmente para usar para lavar a casa);
Não deixo os aparelhos em stand by;
Não uso sprays;
no trabalho:
reciclo papel e plásticos e apago as luzes do WC que ninguém apaga! :(
É preciso acarinhar a nossa verdadeira casa: o Planeta!
É o legado que temos que deixar para os nossos filhos - eles merecem!
sexta-feira, 22 de Agosto de 2008
João Paulo Soares, Matosinhos - Portugal
Exmos Srs.
Parabéns pela ecosfera e parabéns por esta página http://ajudaambiente.blogspot.com/
Segue-se a carta da minha intervenção.
Muito grato pela atenção
Sobretudo sou educador ambiental, dou a formação aos meus Alunos. Só isso dá um enorme trabalho anual de materiais, recursos, projectos e actividades. Esforço-me por obter a informação mais actualizada possível nas áreas da ciência e fiscalidade e justiça ambiental e incuto neles valores de equidade, generosidade, maior eficiência (menos consumos, menos desperdícios), não competição, auto-formação,trabalho, auto-realização e mais pro-activos. Além disso todo o acto humano é político e espiritual. Portanto podemos ser melhores e estar mais disponíveis ao outro e à simplicidade .Vejo que há muita sensibilização já feita, há pessoas a movimentarem-se por projectos sociais mais amigos do ambiente, mas pouco divulgados e por isso edito ainda o blogue Bioterra, desde 2004, na base do acesso gratuito e maior ampliação dos projectos na internet, de leitores que me contactam. Tudo isto resultante da investigação pessoal e profisisonal que me dá imenso prazer, pois sou também biólogo.
Mas há sempre muito que fazer. (sublinhado, se possível)...repare-se que é o ecos humano que está em causa. A Terra, tem muito tempo...O Homem não.
http://bioterra.blogspot.com
http://youtube.com/user/Ecojoao
quinta-feira, 31 de Julho de 2008
André Coelho
Olá a todos,
Esta é a 2ª vez que coloco neste blog uma mensagem. A 1ª foi, de facto, para enumerar algumas das coisas que faço no meu dia-a-dia (e não só) e que se poderá dizer que ajudam a conservar o nosso ambiente (aquele que nos dizem que era, há mais de cem anos atrás, agora já não se pode dizer que seja exactamente o mesmo).
Entretanto passei em revista uma série de outras mensagens deixadas no blog, algumas delas bastante inspiradas e inspiradoras (!), e chego à seguinte conclusão: é verdadeiramente espantoso (dado o estilo de vida mais corrente entre as sociedades ditas desenvolvidas) toda a verdade, amor e dedicação que está nestas mensagens, a empatia com a Natureza (sem ela, diga-se de passagem, não estaríamos cá), a certeza em todas elas que alguma diferença irá fazer o "doing the right thing" de cada um de nós. No entanto, concluo, por outro lado, o seguinte: não é suficiente.
Eis chegada a altura de levarmos a nossa dedicação mais longe, eis chegado o momento de tornarmos o nosso exemplo mais visível, mais marcante e que tenha a capacidade de influenciar mais os outros. No fundo, não há tempo, ou há muito pouco tempo. Tudo isto tem de ganhar um certo grau de urgência, sem no entanto se tornar histeria. O clima está a mudar, muito rapidamente, para o tempo climático, embora não rápido o suficiente, ao que parece, para o tempo humano (os comportamentos colectivos teimam em não mudar). A economia da (pseudo)sociedade, tida como a sacrossanta verdade e o caminho a seguir por todas as pessoas (senão para que iriam existir o PIB, ou o NASDAQ ou uma panóplia de outros indicadores económicos), não caminha na direcção correcta, leia-se, na direcção da sustentabilidade, pelo menos não no período de tempo que temos para conseguir estancar esta hemorregia.
O que proponho, então? Que sejam mais pro-activos junto dos outros, daqueles que, visivelmente, não parecem querer mudar os seus comportamentos e que tão frequentemente adiantam desculpas (um conhecido processo de negação) para manter esse estado de coisas. Agora: isto não pode ser feito de qualquer maneira. Eu já ouvi de tudo, em termos de desculpas arranjadas para não tomar atitudes, digamos, pró-ambientais; é particularmente difícil, bem sei, levar alguém a mudar um certo comportamento, quando esse comportamento lhe traz especial gozo (ex: um "motard", um homem de negócios que acabou de comprar o seu primeiro Mercedes, uma senhora que adora ir às compras). É difícil porque está a ir "contra" algo que a pessoa tem como fundamental na sua vida, às vezes o único aspecto relevante que lhe traz alguma alegria.
Mesmo assim, tendo em conta toda a resistência e toda a negação, sempre recorrente, há que ir tentanto, com tacto, influenciar os outros. Há muita coisa que se pode fazer, dizer, sugerir, sem ferir sentimentos nem despertar reacções agressivas, sem ganhar fama de "chato", sem tornar irrealizável o que já é difícil. Cada pessoa acaba por, indirecta e inconscientemente, nos dizer de que forma o podemos fazer, só há que estar atento. A uns poderá ser à custa de humor (a brincar aprende-se muito), com outros poderá ser lendo mais sobre o assunto (ex: oferecer um livro sobre as alterações climáticas ou assunto relacionado*), com outros ainda poderá ser apenas ver mais exemplos, mais e melhores formas de ser pró-ambiental. Aprender mais sobre as consequências do nosso estilo de vida presente será talvez um bom móbil para muitas pessoas, pois estas geralmente só mudam quando sentem que algo ao qual dão valor está em perigo (ex: os seus filhos, as suas viagens para o campo que se transformou num deserto, a comida e o combustível (ainda baratos), a falta crónica de água). O desafio aí estará em fazê-las ver que essas alterações poderão não ser muito visíveis hoje (quarta-feira), mas a comunidade científica (na qual despositamos, inconscientemente, toda a confiança, quando nos interessa, mas que não hesitamos em desacreditar quando não nos é conveniente) garante que em poucos anos as diferenças - para pior - irão ser bem mais evidentes, ainda dentro do seu tempo de vida. Isto para já não falar, claro, no mega-impacto negativo em toda a vida na Terra (todos os outros animais e plantas), dos quais só nos lembramos quando nos falta qualquer coisa.
"Se queres ver mudança, sê a mudança" - Ghandi
Pelo planeta, por nós, pelo futuro. Temos (todos) que conseguir mudar...ou morrer tentando.
Abraços a todos,
André Coelho
* - algumas sugestões: "Six degrees", "A história das alterações climáticas", "Plugged in: the end of the oil age"
segunda-feira, 21 de Julho de 2008
Tiago
Olá!
Li, gostei e aprendi muito com os outros textos deste blogue. Obrigado!
No geral sou o único elemento da família que se preocupa realmente com o ambiente e o ajudo por gosto, já que a minha família anda não chegou lá (por puro comodismo e falta de sensibilidade). Não os posso obrigar, não é? Há só uma excepção: desligam a televisão.
O que faço?
- Ando a pé, de transportes públicos (principalmente de metro, que é mais saudável para o ambiente e tb para a minha saúde já que a temperatura, no geral, é mais moderada em todas as estações do ano)
- Tomo duches rápidos
- Fecho a torneira quando lavo os dentes.
- Uso saco de pano para compras.
- Só compro o indispensável e de preferência de marcas brancas (produzidas pela loja ou empresa), poupo ao máximo nas futilidades.
- Uso lâmpadas ecológicas.
- Uso sabonetes vegetais e amigos dos animais (no hipermercado continente há e dão essa informação no rótulo)
- Sempre que possível opto por comprar coisas portuguesas (excusam de ser transportadas do estrangeiro)
- Nunca deixo os aparelhos em stand by.
- Não uso sprays (com excepção do brise para o WC)
- Poupo nas lavagens da roupa (quando a uso e ela não está suja guardo-a para a próxima ocasião em vez de a pôr para lavar)
- Como em casa e e sempre que possível aproveito os preços económicos das cantinas universitárias (sou estudante)
- Reciclo papel e plásticos.
terça-feira, 8 de Julho de 2008
Maria Inês de Sousa, 25 anos, Almada
Olá.
Como trabalhadora em Lisboa e residente na Caparica, tenho sempre efectuado os meus percursos de transportes públicos, até há uma semana atrás que comecei a apanhar boleias de uma amiga para o trabalho (trabalhamos no mesmo sitio). Embora a viagem de carro porventura seja mais confortável, confesso que me habituei muito aos transportes públicos, à sua previsibilidade de horários (exceptuando casos raros), que permitem uma quase exactidão de horários de chegada a casa e ao trabalho, e nada como a vista da ponte sobre Lisboa.
Reciclagem claro, uma rotina diária de há muitos anos que se mantém e da qual não me consigo desligar, lâmpadas económicas pela casa e luzes só acesas quando necessário. A máquina de lavar roupa é enchida até ao limite, e a centrifugação é feita à mão, porque a máquina é velha e já não faz esse programa.
Pormenores pequenos que podem fazer a diferença, como dizia eu a um amigo "posso ser a única que o faz, mas ao menos faço".
segunda-feira, 30 de Junho de 2008
Rúben Vilas Boas, 21 anos, Coimbra
Entre outras coisas que faço pelo ambiente destaco as seguintes:
- Reproduzo árvores autóctones, (Carvalhos, Sobreiros, Castanheiros, Medronheiros, Loureiros, etc) para ao fim de um ano as dar a quem quiser. No último Inverno ofereci-as para ajudar na reflorestação do Vale de Canas.
Fazer "criação" destas árvores não é muito difícil, basta recolher as suas sementes, normalmente no Outono e plantar no seu jardim (se tiver), ou usar uma bandeja própria para o efeito. A segunda opção será melhor, ainda vou experimentar. ;)
- Faço a decomposição do lixo orgânico no meu quintal. Além de se poupar espaço nos aterros, fertiliza-se a terra.
- Não utilizo relva para pavimentar o quintal. Pode ser muito bonitinho, mas é um atentado ao ambiente pela água que se gasta na sua manutenção.
sexta-feira, 27 de Junho de 2008
Tiago Rafael Tavares Carvalho da Silva, 22 anos, Coimbra
Por enquanto parece tudo bem e enquanto assim for as minúsculas pessoas que habitam este grande planeta não se preocuparão com o seu fácil mas catastrófico modo de vida. O que está a levar anos a ser destruído levará o dobro ou triplo do tempo a ser reconstruído.
Contudo e infelizmente, é necessário que ocorram mais algumas calamidades ambientais para que nos apercebamos disso.
Vou então enumerar certas coisas que faço quotidianamente para preservar não só o ambiente mas também a carteira:
- tomo banhos de curta duração de forma a gastar o mínimo de água e energia
- fecho sempre a torneira quando lavo os dentes
- todos os trabalhos que realizo, pois sou estudante universitário, são impressos em ambos os lados das folhas
- qualquer pedaço de folha que encontro perdido pela casa serve para fazer rascunhos
- não atiro nenhum tipo de lixo para o chão
- sempre que posso ando a pé
- conduzo sempre a baixas rotações de forma a reduzir o consumo de combustível
- utilizo lâmpadas economizadoras
- quando vou às compras levo uma mochila para evitar a utilização de sacos de plástico
…e muitas mais pequenas atitudes podem ser efectuadas sem que hajam grandes alterações nas nossas vidas.
E querem saber uma coisa? Sinto-me bem e é extremamente gratificante saber que contribuo-o para um mundo melhor.
terça-feira, 17 de Junho de 2008
M.Teresa Pinto - Braga
Pelo ambiente tento poupar nos alimentos, em todo tipo de energias e noutros produtos que tenho necessidade de consumir.
Separo os lixos e coloco-os nos sítios adequados, reciclo o mais possível e tento sensibilizar todos os que me rodeiam.
segunda-feira, 12 de Maio de 2008
Daniel Carvalho, Porto
Perguntam-me o que faço pelo ambiente... Eu não faço nenhum esforço pelo ambiente!
Ando de bicicleta no dia a dia simplesmente porque gosto. Além disso é barato, fácil de estacionar e evita o stress do trânsito. Quando há muito trânsito maiores são os motivos para ir a pedalar.
Quando faço viagens mais longas vou de autocarro ou comboio porque prefiro ir a descansar ou aproveitar para fazer algo útil como estudar.
Deixo o trabalho de motorista na mão dos profissionais.
Uso papel reutilizado na impressora porque gosto de depois olhar os versos e lembrar-me de coisas de há anos atrás.
Não ligo o ar condicionado porque fico constipado com a diferença de temperatura.
Gosto de reutilizar coisas porque é um desafio para a imaginação.
Separo o lixo porque ajuda à disciplina e a manter a casa organizada.
Ofereço livros e outros artigos de que já não necessito, para ficar com mais espaço livre em casa.
Quando faço compras levo os meus próprios sacos de pano porque não gosto de andar a fazer publicidade aos supermercados.
Evito comprar produtos com muita embalagem porque são mais volumosos para transportar e dão trabalho a abrir.
Prefiro alimentos biológicos pelo motivo egoísta de que eles são melhores para a minha saúde.
Também sou vegetariano por motivos egoístas: faz melhor à saúde e eleva a consciência. Além disso não gosto de matar os meus amigos.
Vou pelas escadas em vez do elevador para fazer exercício físico e porque acho uma seca estar à espera do elevador. Também poupo dinheiro porque não preciso de ir ao ginásio.
Apago as luzes e não gosto de deixar aparelhos em "stand by", para poupar na conta da luz.
Vejo pouca televisão porque não gosto de ser bombardeado com excesso de informação.
segunda-feira, 28 de Abril de 2008
Amadeu Dias, 25 anos, Odivelas
A bicicleta ao fim de semana é rainha nas deslocações pequenas dentro da cidade, para fazer as compras, mesmo que o declive não seja dos melhores. O lugar para estacionar está sempre à mão (literalmente) de semear e o corpo agradece o exercicio.
Os sacos de plástico estão a tornar-se uma visão do passado a favor dos de pano, embora isso faça muita impressão a muitos comerciantes habituados a dá-los a torto e a direito.
Aproveito as caixas de plástico dos gelados, doces e biscoitos para levar a comida para o trabalho.
Em casa, cada vez que um plástico vai para o sitio do papel, ou vice-versa é de esperar um sermão dos diabos...
Alerto todos os amigos para as questões de civismo, mesmo que por isso passe invariavelmente por chato.
Ando de transportes públicos todos os dias mesmo que isso implique ter que mudar 2 vezes de meio de locomoção em menos de uma hora. Em contrapartida, por esse "sacrificio", a leitura, a música e a imaginação nunca andaram tão em dia e tanto à solta. Nunca o Metro e o Comboio, as pessoas e as paisagens me pareceram tão inspiradoras.
O papel desde os das impressões falhadas, até ao das publicidades e promessas de mundos e fundos, não é descriminado, é logo todo reutilizado.
No trabalho a fiel caneca de loiça a fazer lembrar uma vaca malhada, é bem mais poupadinha do que beber e deitar fora inumeros copos de plástico.
No final do dia, quer em casa quer no trabalho desliga-se sempre os aparelhos no interruptor e em caso de dúvidas, a extensão com corte de corrente impera.
São assim estes dias de ajuda ao ambiente que não diferem já há muitos anos dos outros dias "normais".
terça-feira, 22 de Abril de 2008
Elsa Sofia Mendes
Este é sem dúvida alguma, um tema que me preocupa muito.
Acho ridículo que ainda existam pessoas com a mentalidade do “Só uma pessoa não muda nada”. Muda!!! É obvio que não é o facto de uma pessoa fazer reciclagem de papel que vai evitar que se abatam milhões árvores, ou o facto de pouparmos água que vai prevenir as grandes secas que já se fazem sentir na Terra. Mas se todos ajudarmos, ainda podemos salvar o nosso planeta.
O que faço pelo ambiente?
Fecho a água enquanto lavo os dentes;
Desligo por completo os aparelhos eléctricos, nunca os deixo em stand bay;
Em minha casa reciclamos tudo o que podemos;
As máquinas de lavar a roupa e a loiça só são ligadas quando estão completamente cheias:
Quase todos os electrodomésticos são de Classe A;
No trabalho, todos os papéis que já não são necessários, servem para recados e anotações;
Tomo duches rápidos;
Ao fim de semana, tento andar mais a pé;
Alerto as outras pessoas para estas questões;
E uso o www.blackle.com em vez do tradicional Google.
Cumprimentos
Maria do Rosário
O que faço diariamente pela Terra? Pois faço sempre a separação dos lixos e meto nos respectivos contentores, não deito lixo no chão e até as minhas netas já aprenderam a faze-lo ( 6 e 2 anos), só acendo as luzes necessárias e só tomamos duche. Só ponho a máquina a lavar a roupa quando já não leva mais, etc. Tento ensinar as minhas netas a poupar agua,luz e a reciclarem tudo. Uso só os detergentes mesmo necessários para qualquer tipo de limpesa ou lavagem. Se todos pouparmos a nossa TERRA, por pouco que seja, o futuro não será tão negro.
Manuela Mendes
Muito boa tarde!
Apesar de não ter necessidade em termos económicos, ando na cidade de metro, 99,90% das vezes.
Lavo o carro usando a forma ecológica, quando não sou eu mesmo a lavá-lo com menos 90% da água que as lavagens automáticas utilizam.
Uso sempre o papel de rascunho. Só imprimo o estritamente necessário.
Separo todo o lixo há muitos anos.
Não quero máquina de secar roupa, quase não uso a de lavar loiça e nunca uso água a correr.
Destaco o aproveitamento que faço da água que sai da torneira até que chegue a quente: aproveito-a toda para um balde ou bacia!
Serve para regar as plantas da sala e varanda, para lavar o chão, lavar alguma roupa à mão e é quase toda a água que gastamos no autoclismo.
Resultado: POUPO 50% DA ÁGUA, comparando com o consumo da vizinha que tem as mesmas pessoas em casa!
Conclusão: É UM PRAZER POUPAR ÁGUA, pois sabemos que a maior parte das pessoas do mundo não tem água potável e têm o mesmo direito que nós!
Margarida Onofre
Eu, a minha vida e o Ambiente
Caminhada pela vida...
Quando era pequena tinha sempre os bolsos cheios de lixo porque desde cedo me habituei a não atirar nada para o chão. A minha mãe zangava-se porque eu esquecia-me sempre de tirar os papéis que ficavam esquecidos depois nos bolsos. Ainda hoje sou assim…! Se não vejo um caixote do lixo vou guardando na mala e ao fim do dia descubro que tenho um verdadeiro contentor!
Acho que este é o primeiro acto de amiga da Natureza que me lembro. Deste hábito criei princípios, princípios estes que tento incutir em todos os que me rodeiam. Como me repugna o acto desprezível de deitar papeis ao chão! Repugna-me a indiferença, a falta de perspectiva, a ignorância!
Continuando a minha caminhada pela vida…
Tive muita sorte em poder partilhar a vida urbana de Lisboa com o campo, já que todas a semanas tinha de ir a casa dos meus avós onde havia muitos animais, várias plantas e árvores diferentes e ainda um ribeiro…enfim…havia ar livre. Também podíamos plantar, semear, colher, regar, alimentar, pastar, observa e até cheirar. Acho que este contacto com a natureza me deu esta paixão pelo Ambiente. Acho que também me deu a vontade louca de perder a noção do tempo a olhar para um pássaro, para uma paisagem ou simplesmente para uma simples flor. Acho que me fez ganhar um enorme respeito ao ambiente e a dar valor às pequenas coisas que compõe a Natureza. Por isso…não só preciso de preservá-lo, como o quero e vou fazer!
Continuando a minha caminhada pela vida…
Estranhamente na hora de escolher um curso não fui para nada ligado ao ambiente. Muita gente apostava que sim…mas não…! Escolhi Direito e sou jurista há menos de um ano. No entanto, este gosto pela Natureza acabou por vencer e a vida deu uma volta e vim estudar para Madrid um Master de Direito Ambiental. E agora sei que quero exercer Direito, mas viver do Ambiente, com o Ambiente e no Ambiente. Junto o que mais me preenche e posso fazer alguma coisa de útil!
Amar o Ambiente faz a vida ser simples, pois eu consigo ser a pessoa mais feliz do mundo só por andar de bicicleta num parque, só por ouvir um pássaro, só por sentir uma brisa, só pelo cheiro da hortelã ou da alfazema. É por isso que evito usar o carro, separo o lixo, reutilizo folhas, uso pilhas recarregáveis, apago as luzes, não desperdiço água, evito aquecedores, e agora esforço-me para ser uma verdadeira especialista em Direito do Ambiente e especialmente energia fotovoltaica.
Marina Alves, 25 anos, Porto
Por vezes, só nos lembramos da importância do ambiente quando falta a luz ou a água em nossa casa… São horas compridas e sofridas! Não há dúvida que somos seres dependentes do ambiente! Devíamos tratá-lo melhor pois sabemos que ele satisfaz muito mais necessidades do que apenas as necessidades humanas básicas.
Ao adoptarmos medidas amigas do ambiente não pensemos que apenas vamos poupar nas contas lá em casa… O ambiente merece ser valorizado.
O que faço pelo ambiente?
1- Reciclo.
2- Ando a pé todos os dias 30 minutos para ir apanhar o transporte da empresa.
("e quando chove, vais de carro? Alguns perguntam. "Não, levo o guarda-chuva" respondo.)
3- Utilizo o metro sempre que posso e o comboio para viagens mais longas.
4- Não vou a ginásios. Prefiro ir correr na cidade ou no parque da cidade.
5- Depois de lavar o chão da cozinha, aproveito a água para lavar a varanda.
6- Não lavo a louça com a torneira aberta.
7- Enquanto a água da torneira não fica quente, aproveito a que sai para regar as plantas.
8- Tento alertar os outros…
"Para viver bem e por muito tempo, seja moderado."
"Se comermos menos, degustaremos mais."
"Lamentar aquilo que não temos é desperdiçar aquilo que já possuímos."
Jorge Monteiro
Olá
Apesar de ter forçosamente que usar o carro na minha actividade profissional, preocupo-me por compensar na minha vida privada.
No dia a dia utilizo quase a 100% a bicicleta nas minhas deslocações na cidade. Além disso organizo as minhas actividades domésticas para direccionar o consumo de energia para os horários económicos e faço separação de resíduos.
Na minha empresa fui responsável pela implementação do sistema de gestão de resíduos.
Cumprimentos
Filipa Leandro Veselko, 35 anos, Manique (Cascais)
Olá
Sou a Filipa Leandro Veselko, tenho 35 anos e moro em Manique (Cascais). Tenho um maridão e 2 filhos, um de 7 e uma de 5 anos.
O que fazemos pelo ambiente?
Em casa todos lavamos os dentes com a escova de dentes Soladey, com a qual poupamos imensa água, pasta de dentes e contribuimos com menos desperdício, visto de 3 em 3 meses ou mais, só termos de mudar a parte de cima das escovas (recargas). O cabo é vitalício!
Lavamos loiça, roupa, etc com produtos ECOVER
Utilizamos lâmpadas amigas do ambiente
Escrevemos na parte de trás das folhas, principalmente os miúdos, com os seus desenhos e pinturas
Compramos produtos biológicos, quando podemos
Somos adeptos da homeopatia e medicamentos naturais (ex. Santasapina, do A.Vogel)
Apagamos os aparelhos e não os deixamos em stand by
Seco a roupa ao ar livre (acumulo no tempo de chuva!!!)
Reciclamos. Também reciclo roupa. Peço aos meus amigos para me darem o que não querem de filhos mais velhos do que os meus e mesmo para mim, e o que já não uso passo a outros amigos ou instituições.
Uso desodorizante/ cristal (sem aluminium, etc). Como mulher utilizo o mooncup na altura da mestruação (não uso nem pensos, nem tampões). Sabonetes lá de casa são naturais/artesanais
Evitamos ser consumidores a todos os níveis
E não sei se me esqueço de mais alguma coisa! Aceito ideias! Quero diminuir ao máximo a minha pegada ecológica!
Bj, Filipa
Sandra, 38 anos, dois filhos, Estoril
Como contribuímos para preservar o ambiente? Com respeito por tudo!
Seja uma planta ou uma pedra, um animal ou uma mesa! Tudo é energia e, assim, faz parte do ambiente!
Evoluímos ao longo da nossa vida, tornamo-nos mais atentos, vamos aprendendo com o que os outros têm para ensinar e, mais importante de tudo, fazemo-lo no nosso dia-a-dia, tentando encontrar uma forma de viver em equilíbrio com o ambiente à nossa volta!
Nos pequenos gestos do quotidiano, procuramos dar esse testemunho, em primeiro lugar aos nossos filhos:
- respeitar os objectos, os brinquedos…que assim duram mais e podem servir para os outros
- a importância dos alimentos biológicos e a relação directa que tem na saúde, medida pelo reduzido número de vezes que vão ao médico
- a opção pelas fraldas de pano (tão criticada!!!...vai se lá saber porquê)
- a preferência pelos produtos reutilizáveis (desde o copo de menstruação aos sacos para compras)
Tantas outras coisas que aos poucos vamos aprendendo e que, ao praticarmos e sairmos da teoria, aí assim fazemos a diferença!
A opção é individual e deve ser respeitada, mas é uma realidade que quanto mais dermos mais recebemos e se dermos esse respeito à Mãe Terra, também, com certeza, teremos o seu respeito!
Sandra Marques (naturkinda)
Rita Ferreira
O que tento fazer pelo ambiente:
8:00 Levanto-me e abro as persianas para poupar energia eléctrica;
9:00 Vou de bicicleta para o emprego para evitar poluir e pelo meu bem-estar físico;
11:00 Encho a garrafa de água que tenho em cima da mesa de trabalho evitando assim mais um plástico diário;
13:00 Quando frequento o WC, tento apenas usar o botão da meia carga de água no depósito;
14:00 Almoço, tentanto optando de preferência por produtos não embalados;
16:00 Como uma peça de fruta que trago de casa, evitando desta forma produtos pré-embalados;
18:00 Coloco o papel no papelão e as embalagens de iogurte no plasticão da Universidade;
19:00 Regresso a casa de bicicleta e chego mais rápido, por causa do trânsito;
20:00 "Zango-me" com o meu marido quando se esqueçe de separar o lixo;
21:00 Amamento a minha bébé que tem 9 meses, pela sua e minha saúde;
O que quero fazer no futuro: experimentar fraldas recicláveis...
Cumprimentos,
segunda-feira, 21 de Abril de 2008
Diana Isabel Pereira Tomás, 14 anos, Silval-Turquel
Primeiro que nada o que é o ambiente?
Para mim o Ambiente é o que nos rodeia, o ar que respiramos e o meio social em que vivemos.
Eu pelo ambiente tento fazer aquilo que posso dentro dos possíveis. Nem sempre nos apetece fazer pequenas tarefas no dia a dia, como separar o lixo, andar um pouco e pôr o lixo no caixote em vez de pôr no chão, mas estou a tentar aprender, e tudo o que aprendo de novo tento transmitir às pessoas que me rodeiam.
Desde que me levanto até me deitar, sem às vezes dar por isso, faço pequenos gestos para não prejudicar o ambiente, como desligar o televisor no botão e não no comando, não acender as luzes quando não são necessárias acesas, entre outras.
Às vezes, nós não temos a noção do quanto o ambiente é importante para todos nós, para a nossa saúde e até para a nossa mente, quando há um bom ambiente andamos sempre mais bem dispostos.
Acho que todos nós, devia-mos contribuir com um pouco de tempo para as mais simples tarefas e, cada vez mais havia de haver campanhas de sensibilização para as pessoas, porque todos os dias que passam e se não fizermos nada, estamos a prejudicar o futuro dos nossos filhos e netos, etc…
António Bastos Loureiro, 51 anos, Setúbal, antropólogo
O que faço para ajudar o Ambiente?
- Faço diariamente cerca de 80 km (ida e volta) de comboio não poluente (Fertágus) Setúbal-Lisboa-Setúbal, em vez de utilizar o meu carro.
- Esta opção fica:
economicamente muito mais barata,
evita que polua o ambiente com os gases nocivos do automóvel,
contribui para a minha melhoria da saúde psicossomática, porque me alivia do stress das filas de automóveis.
Turma do 9ºB, do Externato Cooperativo da Benedita
Sensibilizados pela natureza do Parque Natural da Peneda - Gerês, onde estivemos no ultimo fim-de-semana (19 e 20 de Abril de 2008), estamos cada vez mais alertados para a protecção do Ambiente. Esta visita surgiu no âmbito da Área de projecto da nossa turma (9ºB do Externato Cooperativo da Benedita), e com ela pretendíamos contactar directamente com o nosso objecto de estudo.
Ao realizarmos este trabalho compreendemos que estamos aptos a fazer algo mais pelo ambiente. Nas áreas protegidas devemos deixar a paisagem tal como a encontramos. As plantas não devem ser colhidas ou pisadas, os nossos gestos descuidados podem desequilibrar o habitat. Até o simples facto de deslocar uma rocha pode provocar o deslocamento de outros e assim alterar a vida do ecossistema. Quando se visita uma área protegida não devem ser produzidos ruídos nocivos e não devem ser deixados resíduos não biodegradáveis no chão.
A natureza merece todos e mais alguns gestos que ajudem a manter o equilíbrio, e todos os portugueses podiam e deviam fazer mais e melhor, visto termos paisagens e naturezas tão bonitas, que podem ser preservadas.
Cláudia, 14 anos, Benedita
Já não é novidade para ninguém que o clima do planeta Terra está a sofrer progressivas alterações. Alterações estas que são irreversíveis. O Homem fez mudanças prejudiciais no seu próprio habitat e nunca se preocupou com o que podia causar. A ganância do Homem sempre foi mais importante que todos os males que poderiam causar no Planeta. Nós construímos, poluímos, desflorestámos, destruímos habitats de muitos seres vivos e acabámos com várias espécies animais e vegetais… Tudo isto por uma casa melhor que gastava mais energia que as outras casas dos vizinhos, por um carro maior que poluía mais que os carros mais pequenos, por fábricas que causavam poluição atmosférica e poluição sonora. O Homem ultrapassou os limites e está agora, no presente, a sofrer as consequências. O planeta está nas mãos da Humanidade, resta saber se a Humanidade quer lutar por este planeta. Podemos ajudar o planeta com pequenos gestos, como; poupar água, poupar electricidade, reduzir a utilização de recursos naturais e fazer a reciclagem do papel, cartão, vidro e pilhas. Não vamos conseguir resolver os problemas todos do planeta, mas é com estes pequenos gestos que cada um de nós pode fazer que vamos lutar por este planeta.
Paulo Borralho, 14 anos, Benedita
Em minha casa, para ajudar o ambiente, nós reciclamos tudo o que dá para reciclar:
—no ecoponto azul colocamos jornais, papéis e cartão que já não precisamos;
—no ecoponto amarelo colocamos pacotes de leite, metal (latas de salsichas, atum, etc.) e plástico (garrafas de sumo, etc.).
—no ecoponto verde colocamos garrafas e copos de vidro.
Também reciclamos pilhas usadas num ecoponto vermelho.
Quando vou para a escola vou de transportes públicos para poluir menos.
António Telo, Lisboa, 50 anos
Calculei a minha pegada de CO2. (Existem na Net muitas calculadoras). Cheguei à conclusão que era superior à do cidadão médio do planeta, e que o maior contributo era de viagens de avião. Uma semana ao nordeste brasileiro lança na atmosfera uma tonelada e meia de CO2 que aí permanecerá em média cerca de 100 anos.
Tomei a decisão de deixar de viajar de avião por razões turísticas. Foi e é muito duro abdicar de um prazer tão grande. Familiares e amigos continuam a desafiar-me. Muitos acham bizarra a minha decisão. “Só uma pessoa a deixar de viajar não altera nada”, comentam sorrindo.
Só que cada um de nós, na sua alegre inconsciência, está a lançar o mais perigoso dos lixos, o CO2, no pior local possível, a atmosfera. O cientista da NASA James Hansen avisa, num artigo muito recente (http://www.columbia.edu/~jeh1/2008/TargetCO2_20080407.pdf ) que temos baixar num prazo muito curto a concentração de CO2 dos actuais 385 ppm para um valor máximo 350 ppm, para que não se desencadeiem alterações climáticas trágicas para a humanidade.
Por isso achei indispensável este sacrifício. Para que não aconteça algo de terrível aos filhos e netos de todos nós.
Armindo Paulo Salvador, 49 anos - Braga
Há vários anos que poupo água. Toda a água que não necessita de tratamento industrial armazeno e utilizo para regar ou, simplesmente, deitar no jardim (em frente ao prédio). A Natureza recicla de forma mais eficaz do que o Homem; e sem custos.
Há vários anos que sensibilizo, como professor, para uma boa gestão da água. Nunca tomo banho de imersão, só duche, e quase sempre em água fria (é + saudável e assim, gasto menos água e gás).
Faço separação dos lixos e reutilizo tudo o que posso. Ando de carro só o necessário e como cada vez menos carne (produtos que requerem mais energia e promovem o desperdício na cadeia alimentar).